A síndrome metabólica reúne alterações que aumentam o risco cardiometabólico. Entre elas estão o aumento da circunferência abdominal, a pressão arterial elevada e alterações na glicose e nos lipídios. O diagnóstico e o tratamento exigem acompanhamento multiprofissional.

Na nutrição, não existe uma única combinação de alimentos adequada para todas as pessoas. A estratégia precisa considerar exames, medicamentos, sintomas, rotina, preferências, cultura alimentar, sono, atividade física e possibilidades reais de adesão.

Uma alimentação baseada principalmente em alimentos in natura ou minimamente processados pode fazer parte do cuidado. Vegetais, frutas, leguminosas e fontes adequadas de proteína são exemplos importantes, mas as quantidades e a distribuição precisam ser individualizadas.

O objetivo não é alcançar a perfeição de forma imediata. É construir mudanças que possam ser medidas e mantidas, acompanhar os resultados e ajustar a conduta com segurança.